POLÍTICA
Mais do que uma visita política o encontro colocou sobre a mesa questões que há anos fazem parte da realidade dos caminhoneiros
   
O encontro levantou propostas que ele pretende levar para Brasília caso conquiste uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Por Jornalista Cesar Malinoski
19/08/2026 12h58

A pauta dos caminhoneiros autônomos voltou a ocupar o centro das discussões em Itapoá.           Na quarta-feira (19), a sede da AMAI – Associação de Motoristas Autônomos de Itapoá recebeu o candidato a deputado federal Zé Trovão, que foi até a entidade para ouvir, diretamente dos profissionais, os problemas que fazem parte da rotina de quem trabalha no transporte rodoviário ligado à atividade portuária.

Mais do que uma visita política, o encontro colocou sobre a mesa questões que há anos fazem parte da realidade dos caminhoneiros. Entre elas estão a falta de infraestrutura adequada, a necessidade de espaço para estacionamento dos veículos, as condições das vias, os sistemas de agendamento e os impactos da operação portuária sobre o dia a dia dos motoristas.

Zé Trovão ouviu relatos, questionamentos e reivindicações dos trabalhadores e também apresentou as propostas que pretende levar para Brasília caso conquiste uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Para a AMAI, o encontro tem um significado importante: dar voz a quem vive o problema todos os dias. Afinal, quem está atrás do volante conhece, na prática, aquilo que muitas vezes aparece apenas em números, relatórios e discursos políticos.

A entidade também deixou claro que pretende manter abertas as portas para o diálogo com candidatos e representantes de diferentes correntes políticas. A intenção é colocar as demandas dos motoristas autônomos na agenda pública e buscar soluções para problemas que não afetam apenas os caminhoneiros, mas toda a cadeia logística e a própria população de Itapoá.

No município onde o porto movimenta uma parcela importante da economia, discutir transporte, infraestrutura e organização da atividade não é uma questão secundária. É discutir trabalho, renda, segurança e desenvolvimento.

E, nesse debate, a voz de quem vive diariamente nas estradas e dentro dos pátios de operação precisa ser ouvida antes que novas decisões sejam tomadas.

   

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